terça-feira, 26 de janeiro de 2016

26\01\2016

Não suportando mais as críticas obtusas e interesseiras dos que se imaginam "oposição", sem mesmo saber o que significa "oposição", a Presidenta Dilma cria as melhores condições para uma crítica dura e inquestionável ao seu governo. Pois bem,nos negócios com o jovem Picciani, usou a Saúde do Brasil como moeda de troca, entregando o Ministério a uma figura tétrica. Esse senhor, irá colaborar e muito na tarefa de rejeição de seu governo.
Dilma, Dilma...


 Rio de Janeiro,vamos sim chorar por ti. 
Piorando a cada momento na administração municipal, não está menos mal que o Estado de Pezão, e muito menos na Câmara, com Eduardo Cunha e Jair Bolsonaro. Agora, o bloco dos Picciani vai entrando na Avenida: "Batuque na cozinha Sinhá não quer!!!"



 momentos em que se permitiu a prática democrática, a elite brasileira não sabe aceitar a vontade do povo. Como nota o historiador: "se a estabilidade da democracia depende crucialmente do comportamento dos perdedores”, causa preocupação a conduta do PSDB, que como a velha UDN “faz política porque não tem outro jeito”. Eles, na falta de aprovação pelo povo, acreditam que deve bastar a imensa auto-estima que as derrotas sucessivas lhes criou como defesa pela humilhação. Que o diga o velho líder, FHC, o inconformista.

E agora, como ficamos, 'gentes do PSDB'?
FHC e companhia sempre se permitiram fazer as suas demagogias falando em nome do povo brasileiro. Velho hábito, Carlos Lacerda já fazia isso em 1954. O governo "endireitou-se", assumiu as posições que foram privilégio das elites retrógradas. E as pesquisas contam que o povo não está gostando e acha que o País está viajando na contramão. Se tivessem alguma sensibilidade, os analistas políticos não estariam sorrindo: a culpa não é do PT coisa nenhuma, pois o governo não é PT. Ou estou enganada?

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