sábado, 18 de março de 2017

COMEÇANDO A PENSAR EM 2018
Não há precipitação nisso. O desgoverno Dilma-Mosquita chegou ao fim, mesmo antes de começar. Culpa de uma oposição predatória. Nâo. Culpa de sua incompetência, comprovada na prática de uma política econômica criminosa, na prática do extermínio dos povos indígenas, na defesa dos interesses nojentos dos ruralistas capitaneados por Katia Abreu, na omissão diante do crime hediondo cometido pela Samarco, e na sua inação, diante dos ataques de uma mídia que ela se recusa a disciplinar. É esperar que ele termine, pelo bem de uma democracia já em si tão frágil.
E os nomes, de ambos os lados, começam a ser cogitados, todos eles mostrando a vocação ultra-conservadora de nosso mundo político. A oposição discute nomes: Alckmin, Aécio, Serra - todos candidatos que já foram rejeitados, múmias prontas a assumir novas derrotas. Para o PT só se menciona o nome do grande líder, Lula. Será mesmo o melhor caminho?
Além dos equívocos e erros cometidos, o próprio Lula faz uma auto-crítica que o desqualifica: "não sou e nunca fui de esquerda, não entendo de economia, isso é com a Dilma, o que eu quero é eliminar a pobreza." Muito francamente: a Lula compete reconstruir o PT, hoje anulado e afundado na corrupção e na mediocridade covarde.
Será crime pensa em nomes novos, em figuras que possam significar de verdade competência, seriedade e inovação? Haddad e Juca Ferreira são os dois nomes que podem ser pensados. Ambos serão candidatos, em São Paulo e em Salvador. Juca Ferreira leva alguma vantagem, como experiência, e por não ser um nome de São Paulo. O Brasil inteiro não quer mais um presidente de São Paulo.

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