domingo, 16 de abril de 2017

16\04\17

"DO ÓDIO QUE NOS ASSOLA - Não se vê como fugir da triste realidade. Tal como se deu em países como a França ao tempo em que esteve sob presença de alemães invasores, há uma imposição da dignidade de haver rebeldia. Lá pessoas eram tachadas de colaboracionistas por sua posição de aceitação e submissão. Ficou a sociedade dividida entre quem mantinha sua dignidade e patriotismo e os que vendiam suas almas para ter vantagens junto aos algozes que estavam no mando. Aqui, desde a articulação vexaminosa de ministros do STF, conluiados com a canalha que jurara (já sob soldo americano) que tudo fariam para impedir a governabilidade de Dilma, forçando-a por meio do legislativo, tudo deu-se nesse rumo. Pátria? Que seria isso? Existe alguma decência quando ministros judiciais são pelo golpe - ao arrepio da lei? Implantou-se pela natureza do caráter de cada um o asco aos colaboracionistas brasucas. Nas rodas sociais, nas famílias e no âmbito de qualquer setor onde mais pessoas troquem palavras desde os condomínios ou local de trabalho. Os indiferentes são por si ajudantes dos que traem o país já que a ação deletéria não tem censura ou contrariedade deles. Aos que prezam o país e que assistiram o golpe com participação de nossos recursos de socorro social - justiça, polícia, legisladores e até alguns considerados cultos - sobrou o pasmo e desencanto de ver nosso país vendido em seu patrimônio e futuro que se desenhava. A dor dos dignos foi avassaladora por terem tido uma década de progressiva recuperação social e econômica e, de repente, pela ação de vendilhões ver tudo se perder foi dose! Dose de veneno às expectativas que se derramam sobre os descendentes. Como conciliar esse sentimento que vem da alma e da dignidade com eventual hipocrisia de tratar aos demais quando não se consegue sopitar a amargura? Gerou-se assim o ora explicito impulso que nos faz pensar em separações,divisões e muito sentimento que será criador de preconceitos pela inadmissibilidade de aceitação da venda de nosso país. Se ficarmos sob coturnos nacionais ou não, roubando-nos por ordem dos EUA, será difícil, muito difícil, a reconciliação nacional. Não temos perspectivas de auxilio de fora como tiveram os franceses para expulsar os invasores. Enquanto houver um pingo de vergonha, os brasileiros com dignidade estarão estigmatizados pela dor de ver seu país sob jugo e com colaboração de seus concidadãos. Triste e desolador. Sem bombas fomos capitulados por nossas defesas. Tudo por $$$." É como define meu amigo...

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