segunda-feira, 10 de abril de 2017

* Dá até para se pensar que a vinda do Cristo, tão acarinhada, inaugurou a era das hostilidades. Se a doutrina pregada  em sua missão gerou perseguição e vítimas em seus seguidores e futuras guerras como as Cruzadas e outras que decorreram sob o manto de cristianismo, que somado aos degenerados ou fracos mentores da mesma igreja e nos presentearam com a inquisição que até hoje reflete a irracionalidade que assume cabeças que não tem controle de poder. Fica obrigatória a análise de que inversão se opera quando uma pregação visa um bem e gera somente o mal. Por força de circunstâncias atuais, vem a todos a questão judaica. A literatura ou cinema ou crítica comum costuma configurar judeus como raça e até dão um biotipo caricato, como se fosse real. Mas isso nem pode ser levado a sério já que tudo se altera com a geografia. Há judeus de todas as cores e caras. O que há para se ser aceito, indiscutivelmente, por ser fundamental, é que o judaismo reune pessoas pelo fundamento simples -RELIGIÃO.  Tudo o mais decorre apenas disso. Se há tradição de circuncisão dos meninos ou comemorações outras, nada mais é do que parte de sua observância e ritos do Torá ou outras fontes que seguem. O labeu ou estigma que muitos lhes dão, por incrível que sejam, decorrem da mesma 'bondade' e 'santidade' dos demais santos religiosos a que eles reciprocamente usam. Mas hoje fica incompreensível a quem, sem adesão religiosa, observe a inversão de fundo pretensamente religioso (de qualquer natureza) nas ações que repercutem internacionalmente. Se a História os fez ter caráter ou apelido de errantes por força de perseguições, houve ao menos um esforço do mundo em promover um remendo a perseguição nazifascista a que chamam de holocausto e, por meio da ONU, foi feito um acordo para que se fixassem em terras antes dominadas também por povos árabes e que tinham ligação com as terras que abrigaram o Cristo. Só que o que deveria ser caminho para uma pacificação, como se fosse a construção da torre de Babel, gerou desentendimentos acima de tudo. Todo intuito de paz foi pelo ralo. O que assistimos atualmente é um apego interesseiro, com viés econômico/financeiro com os EUA, maliciosamente explorado para obter poder e, mais, exclusividade nos territórios e, se possível, no MUNDO. QUANTA SANTIDADE !  Esse Alah...nos saiu do arco da velha! Se seus hábitos eram defensivo por conta de perseguições milenares, trataram de inverter essa tendência e passaram a ferozes e hostis aderentes aos mais belicosos povos - os anglo/americanos. Já desenvolveram dentro de suas tendas ideológicas o clube apelidados de sionismo, que congrega ideias e formas que repetem seus algozes. Tudo que se propalou sobre atrocidades nazistas contra eles, ora vem sendo noticiado com suas formas de atuar. ONDE SE CHEGARÁ NO MUNDO EM QUE AS TENDÊNCIAS MUDAM DE CURSO DESSA FORMA.  Se há, como dizem, um deus e um demônio, parece que são ambos gozadores e se divertem às custas dos que creem...



A presença judaica na Palestina era bem anterior a resolução da ONU. Conviviamos em paz com as populações  de la. Houveram tratativas para Israel fosse na África e judeus compraram terras ( o que era proibido em muitos países)   lá  em Uganda. Tem episodios bem pitorescos na discussao do sionismo. Ha judeus sefaradis e eskenazis, e um implica com o outro, colando caracteristicas eivadas de preconceito. Há  microfascismo nas relações  da comunidade judaica como na dos judeus e a sociedade em geral.  Há medo, muito medo e uma luta tensa e intensa para manter a cultura e a religião.  Somos cerca de 150 mil no Brasil. Poucos. Muito poucos. Minoria. Nao chegamos a 0.5 por cento da população. 
Porque um fascista quer colar sua imagem em nos? Porque a igreja universal vem usando nossos simbolos - a kipa e o talit - em seus atos liturgicos?

Conviveram em paz com as populações. Houveram tratativas para que Israel fosse na África e judeus compraram terras ( o que era proibido em muitos países)   lá  em Uganda.
 Tem episódios bem pitorescos na discussão do sionismo. Ha judeus sefaradis e eskenazis, e um implica com o outro, colando caracteristicas eivadas de preconceito. Há também microfascismo nas relações  da comunidade judaica como na dos judeus e a sociedade em geral.  Medo, muito medo e uma luta tensa e intensa para manter a cultura e a religião. 

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