quinta-feira, 11 de maio de 2017

Outro dia li aqui pela rede sobre uma filosofia que se refere a leitura da vida "que o universo é um grande livro e que a vida,uma grande escola", de um autor chinês; naturalmente aí se tem análise da grandeza reconhecida sobre nosso ex-presidente Lula . Quase todos, temos entre parentes e conhecidos, a vivências dos que arrotam "cultura" derivada de ter viajado a Miami ou tirado fotos sob a Torre Eifel. E, por conta dessa 'cultura', dão-se o direito de criticar como se fossem portentosas e sábias quanto a escolaridade do Lula. Nem conseguem se atentar do detalhe que o ex presidente foi colocado pela rainha da Inglaterra para foto ao seu lado, que teve recepção honrosa em todos os países que visitou, com deferências máximas...mas com sua integral autenticidade de nunca em qualquer dessas circunstâncias a ter perdido. Em nenhuma se pôs como bajulador (à la FHC) ou todos os demais que sofrem de vertigem de altura e beijam mãos e pés de canalhas e não canalhas do mundo, por conta de representação. Se a vida é o grande livro e dá ensinamentos, não há doutorzinho ou doutorzão no Brasil que se possa comparar a ele. Já é sabida por repetitiva sua capacidade, discernimento e inteligência em todos os questionamentos e isso vem de longe. Quando candidato ao governo de S.Paulo, em encontro televisionado, um Maluf ou Montoro quis confundi-lo sobre sua apresentação ou ideologia ...e sequestrando-o, pergunta : -e você, o que é? é comunista, socialista ou o quê? e ele com sua simplicidade : "- sou torneiro mecânico! Que revela sua alma de trabalhador em busca de dar lugar aos seus iguais na vida política!" Parece que a mídia infame e seus editores escalam seus escribas para enxovalhar o vulto que o mundo dignifica e põem em confronto opiniões de 'sábios' economistas ou especialistas em tudo,ironizando sua visão enquanto tira de letra as situações como se deu na crise de 2008, em que fez por difundir crédito e favorecer mercado interno e dar verdade a sua frase de que, aqui, seria uma marolinha e não o tsunami projetado. Vimos isso, o que fez silenciarem todos para disfarçar a vergonha. E como agora, em Curitiba, chegar para um sessão em tribunal de aldeia, um juiz e um promotor cercados de jagunços por segurança e todo esquema militar que constou ter 'atirador de elite', enquanto ele tem a hombridade e tranquilidade de andar a pé junto à multidão, sem guardas, abraçando e sendo abraçado... não seria essa sua segurança , por analogia, e a insegurança de todos os seus algozes, fruto do peso e conteúdo das respectivas consciências?
Como diz a vox populi - QUEM NÃO DEVE NÃO TEME...

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